Politicando
Alagoano Aldo Rebelo faz duras críticas à ministra de Lula; “defensora da Amazônia que mora em SP”
Ex-ministro de Lula e Dilma defende liberação de pesquisas pela Petrobras na margem equatorial
Alagoano radicado em São Paulo, o ex-ministro Aldo Rebelo é mais um que fez críticas ao atual presidente Lula e à ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede), pela disputa interna travada com o Ibama sobre a liberação da exploração de petróleo em área da Amazônia brasileira.
Rebelo foi efusivo em relação à Marina Silva, a quem acusou de ser uma liderança da Amazônia que não sabe o que acontece por lá, já que reside e refez sua carreira política no estado de São Paulo.
“Marina veio para São Paulo se instalar confortavelmente e se eleger deputada, a ministra das populações indígenas escolheu viver em São Paulo. A tribo da Faria Lima, a tribo dos banqueiros, a tribo dos ongueiros. Marina diz, ‘a Amazônia é um paraíso’, mas porque não vive no paraíso? porque abandonou o paraíso? É muita hipocrisia, muito cinismo. E a Amazônia é condenada à pobreza”, disparou.
Aldo afirmou ainda que Lula, como presidente da República, é quem deveria expor sua política ambiental inclusive a órgãos de controle, como o Ibama. “E o Lula não pode dizer, ‘agora o Ibama está contra o governo’, como se o Ibama não fosse o governo, não fosse responsabilidade do presidente”, afirmou.
Rebelo, que hoje roda o Brasil construindo o congresso do MDB, seu novo partido, é um crítico contumaz do que ele chama de ‘amarras’ que órgãos ambientais e ministério público estabelecem para o desenvolvimento do país.
O governo federal, através da Petrobras, busca um entendimento com Ibama e outros órgãos ambientais, para que possa iniciar pesquisas de prospecção de petróleo na região conhecida como margem equatorial do oceano atlântico, localizada ao norte do estado do Amapá.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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