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Renan Calheiros fará convite a Carlos Gonçalves para ingressar no MDB

Convite ainda não aconteceu, mas pode ocorrer nas próximas semanas

24/03/2025 17h05 - Atualizado em 24/03/2025 18h06
Renan Calheiros fará convite a Carlos Gonçalves para ingressar no MDB

Ainda é uma ideia incipiente, mas junto com o apoio institucional, a força do senado e da câmara e os programas sociais em parceria com o governo estadual, o senador Renan Calheiros também prepara um convite para o prefeito Carlos Gonçalves, de Rio Largo, filiar-se ao MDB.

O objetivo, obviamente, é receber de Carlos o apoio para os candidatos emedebistas para as eleições de 2026 - e tirar (ou pelo menos rachar) de Arthur Lira e do PP um dos principais colégios eleitorais do estado.

Gonçalves já foi recebido por Renan Filho e por Calheiros em Brasília há alguns dias. Desde este momento, a relação entre CG e emedebistas tem sido excelente, mas um convite formal para as fileiras da legenda, segundo fontes, ainda não aconteceu.

Para CG, a ideia de filiar-se ao partido também não é descartada, já que com o distanciamento do ex-prefeito Gilberto Gonçalves (PP), o prefeito perdeu também a proximidade com Arthur Lira - e com as emendas parlamentares e obras que são direcionadas por ele.

Alinhar-se ao MDB, então, seria a tábua de sobrevivência de CG na prefeitura de Rio Largo - com as obras do governo do estado e do ministério dos transportes, além das emendas de Renan Calheiros e Fernando Farias.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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