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Alvinho Lira já atua como ‘prefeito informal’ da Barra de São Miguel

Filho mais jovem de Arthur Lira participa de atos e eventos na cidade do litoral sul

26/03/2025 17h05 - Atualizado em 26/03/2025 17h05
Alvinho Lira já atua como ‘prefeito informal’ da Barra de São Miguel

Com apenas 18 anos, Álvaro Lira, filho do deputado federal Arthur Lira (PP), já tem uma missão das mais importantes, dada pela família: a de administrar a cidade praiana de Barra de São Miguel, gerenciada até bem pouco tempo pelo avô, Benedito de Lira.

A ideia, segundo fontes próximas, era fazer uma transição mais longa entre a gestão do avô e uma futura candidatura majoritária, quando da aposentadoria do ex-senador. A morte de Biu, no entanto, motivou uma aceleração neste processo.

Alvinho atua hoje, na prática, como um ‘prefeito informal’ da Barra. Nos principais atos e cerimoniais públicos, é ele quem aparece ao lado do prefeito, Henrique Alves Pinto (PP).

Discreto porém dedicado, Alvinho tem se dedicado à tarefa de homem público. Segue o estilo do pai em alguns aspectos - especialmente o estético, quase sempre com uma camiseta polo de cor escura. Tem preferido os atos públicos em vez das vaquejadas, paixão também compartilhada pelo pai.

É do prefeito o controle das ações do município, mas o sobrenome pesa - e o gestor sabe, que após o ‘vestibular’ como gestor administrativo da cidade, o herdeiro de Lira pode pintar como sucessor de sua cadeira.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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