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Luciano Amaral negocia com o PSD; legenda pode fazer até dois federais em 2026

Se entrar na sigla, deputado pode se juntar a Rui Palmeira e Tereza Nelma

09/04/2025 18h06
Luciano Amaral negocia com o PSD; legenda pode fazer até dois federais em 2026

Após trocar de mãos, saindo do comando do vereador Rui Palmeira e indo para o governador Paulo Dantas, o PSD continua se movimentando no sentido de montar uma chapa proporcional forte para as eleições de 2026.

Nos bastidores, a novidade é a chance do deputado Luciano Amaral, atualmente no PV, integrar as fileiras do PSD nas eleições de 2026. Segundo as informações, Dantas e Marcelo Victor, liderança que tem influência sobre Amaral, já conversaram sobre o assunto.

O ingresso de Luciano, associado à continuidade de Rui Palmeira e a sua candidatura à federal em 2026, torna a chapa do PSD uma forte concorrente no pleito. Ainda mais, se a posição da ex-deputada Tereza Nelma for a de continuar no partido.

Dizem alguns analistas que dependendo da votação de Amaral - que é nome forte, podendo passar da centena de milhar nas urnas - a sigla pode, num cenário favorável, eleger até dois deputados federais.

A missão de eleger ao menos um federal - que é o ‘ouro’ da política atual - foi dada pelo presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, a Paulo Dantas. E as movimentações já estão acontecendo.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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