Politicando
Jó Pereira pode voltar à política em 2026 sucedendo Arthur Lira na Câmara
Ex-deputada pode ser o nome do deputado, caso ele leve à frente projeto para o senado
Após uma derrota eleitoral em 2022 - e de ficar de fora do processo eleitoral de 2024, Jó Pereira tem boas possibilidades de retornar à cena em 2026, e de novamente recuperar um mandato nas urnas.
Marcada como uma das mais importantes deputadas estaduais por dois mandatos, Jó pode retornar para a Casa de Tavares Bastos no lugar de seu irmão, o discreto deputado Fernando Pereira; ou até mesmo alçar voos maiores.
Dependendo do contexto, seria de Jó a vaga remanescente de Arthur Lira, caso este leve à frente o projeto de candidatar-se ao senado em 2026. Dono de quase 220 mil votos em 2022, Lira tem a opção de ungir a ex-deputada como sua sucessora, e ainda destinar uma parte das bases a outros correligionários do PP.
Há uma pequena concorrência interna (dentro da família e do PP) pelo espólio de Lira, caso ele vá mesmo para o senado. Mas nenhum dos concorrentes tem o peso político de Jó, uma personagem que leva qualidade a toda eleição que entra.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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