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Vicka Pacheco pretende voltar às urnas em 2026 para desafiar Flávia Cavalcante

Ex-vereadora pretende manter ‘palanque montado’ em São Luís do Quitunde

15/04/2025 17h05 - Atualizado em 15/04/2025 18h06
Vicka Pacheco pretende voltar às urnas em 2026 para desafiar Flávia Cavalcante

Mesmo após ter sido derrotada nas eleições municipais em 2024 em São Luís do Quitunde, a ex-vereadora Vicka Pacheco mantém firme um projeto de ser candidata nas eleições de 2026, e buscar uma vaga na Assembleia Legislativa.

A ideia de Vicka tem um sentido próprio para ela, e conta também com o apoio do deputado Arthur Lira, seu mentor político.

Uma disputa política em São Luís com a ex-vereadora, mesmo com pouca chance de obter êxito, mantém aceso o seu nome junto ao eleitorado - e pode impulsionar sua imagem para 2028, quando deve disputar novamente a prefeitura.

Para Lira e para o PP, a candidatura de Vicka também seria um bom negócio. Seria um nome feminino para a cota de gênero do PP (sem necessidade de ‘inventar’ uma candidata) e de quebra ainda teria a possibilidade de roubar votos de Flavia Cavalcante, a candidata ‘oficial’ da cidade, prima da atual prefeita.

Focada no projeto, Vicka se empenha em sempre que pode, alfinetar a gestão atual. Sabe que o caminho para um futuro êxito no futuro começou com a derrota de 2024.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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