Politicando
‘Chapão dos suplentes’ negocia filiação ao PDT para eleições de 2026
Partido pode receber chapa completa para disputa estadual
Sendo articulada desde o começo do ano, o grupo conhecido como ‘chapão dos suplentes’ negocia sua participação nas eleições para a ALE em 2026 pelo PDT, partido do vice-governador Ronaldo Lessa.
O partido não é a única opção do grupo para o processo do ano que vem, mas dirigentes petistas gostaram da ideia de receber um ‘chapão’ já pronto para as eleições. O PDT teve dificuldade para formar uma chapa em 2024, e conseguiu eleger um vereador na capital - Aldo Loureiro.
A ponte entre o PDT e o grupo, aliás, vem sendo feita por Loureiro, que deixou o PP de Arthur Lira em 2024 e filiou-se aos trabalhistas. Um dos líderes do chapão dos suplentes é justamente seu primo, ex-deputado estadual Léo Loureiro, que em 2022 ficou na suplência do MDB.
O grupo vem conversando desde janeiro, e pretende resistir às pressões pré-eleitorais e seguir unida até as eleições de 2026. Se o projeto for mantido, as avaliações internas indicam que uma futura chapa pode fazer de dois a três estaduais.
Além de Léo Loureiro, outros ex-deputados e suplentes compõem o grupo, como Davi Maia, Tarcizo Freire, Nelito Gomes de Barros e Edval Gaia. Outros nomes também foram convidados e podem integrar o coletivo em breve.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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