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‘Chapão dos suplentes’ negocia participação de deputado do PV para 2026

Deputado Sílvio Camelo conversa com grupo para manter cadeira na ALE

12/05/2025 17h05
‘Chapão dos suplentes’ negocia participação de deputado do PV para 2026

Além dos nomes que já são conhecidos da cena política local, o grupo formado por ex-deputados e suplentes, que está unido em torno de uma chapa para as eleições de 2026, pode ganhar mais um reforço - desta vez um deputado estadual de mandato.

O grupo conversa com o deputado Sílvio Camelo (PV), que em breve terá que direcionar sua vida partidária sozinho - já que a tendência é que o próximo presidente nacional do PT encerre a federação que compõe com PV e PCdoB.

Dessa forma, Camelo já conversa com o que ficou conhecido como o ‘chapão dos suplentes’, e pode integrar o grupo visando a manutenção de sua vaga na Assembleia Legislativa por mais quatro anos.

Para relembrar, já compõem o grupo os ex-deputados estaduais Davi Maia, Edval Gaia, Tarcizo Freire, Nelito Gomes de Barros e Leo Loureiro. Segundo análises dos senadinhos, o chapão tem potencial para fazer pelo menos um - ou até mesmo dois ou três deputados, contando com os demais que se juntarão até 2026.

Camelo se movimenta porque sabe que depende de uma boa chapa para viabilizar mais um mandato. Nas duas últimas eleições, o parlamentar verde foi salvo ‘na bacia das almas’, sendo o deputado menos votado entre os eleitos.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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