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Rodrigo Valença assume posto de destaque na Caixa e não deve ser candidato em 2026

Ex-prefeito assumiu presidência de subsidiária de seguros da Caixa

19/05/2025 17h05
Rodrigo Valença assume posto de destaque na Caixa e não deve ser candidato em 2026

Candidato a deputado federal pelo União Brasil em 2022, o ex-prefeito de São José da Laje, Rodrigo Valença, assumiu um novo desafio em Brasília: a presidência da Caixa Residencial, subsidiária da Caixa para seguros habitacionais que opera junto às residências do programa Minha Casa Minha Vida.

Na função, Valença terá pela frente a gestão de um negócio bilionário. Conforme dados divulgados pela própria assessoria do ex-prefeito, a Caixa Residencial fechou o ano de 2024 como a terceira maior seguradora do país, movimentando cerca de R$ 2,1 bilhões.

Num cargo que se aproxima cada vez mais do mercado corporativo, são poucas as chances de Rodrigo voltar a AL em 2026 para ser novamente candidato a deputado federal, como se especula nos bastidores.

Em 2022, o ex-prefeito conseguiu nada menos do que 43.644 votos e teve participação fundamental na eleição de Alfredo Gaspar para a Câmara. A pedido de Arthur Lira, manteve-se firme na campanha mesmo após a desistência de Marcius Beltrão, o que custou uma possível segunda vaga de deputado federal ao partido.

Avalista de sua indicação para o cargo, Lira sabe que pode não contar com o aliado numa chapa proporcional em 2026.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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