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Luciano Amaral ganha força e deve ser puxador de voto do PSD em 2026

Apoio do governador Paulo Dantas pode inflar ainda mais números do parlamentar

12/06/2025 17h05 - Atualizado em 12/06/2025 17h05
Luciano Amaral ganha força e deve ser puxador de voto do PSD em 2026

Turbinado após receber a presidência de uma das mais poderosas legendas do país, o deputado Luciano Amaral (PSD) subiu de status, e segundo analistas tem potencial para ser um dos puxadores de voto nas eleições de 2026.

Há três anos, quando disputou sua primeira eleição para deputado federal pelo PV, Amaral foi o terceiro candidato mais votado de Alagoas, com 101.508 votos. Seu bom desempenho garantiu duas vagas para a Federação Brasil da Esperança, junto com o PT e o PCdoB.

Agora no PSD, Amaral atua nos bastidores para robustecer a chapa da sigla, e fazer pelo menos dois federais (com possibilidade de um terceiro) nas urnas em 2026.

O favoritismo do deputado tem sido amplificado por mais um detalhe. Fora das eleições de 2026, Paulo Dantas tem dado sinais de que o seu federal será Amaral, o que pode vitaminar sua votação com as bases eleitorais do governador no interior do estado.

O grupo mais próximo do deputado não revela números, mas revela uma missão - a de manter Amaral entre os top3 mais votados do estado para a Câmara Federal. A conferir.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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