Politicando
Ausência de Renan Filho marca evento do MDB em Maceió e movimenta bastidores de olho em 2026
O encontro reuniu lideranças políticas de todas as regiões de Alagoas
A ausência do ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), foi a mais sentida durante o evento de mobilização do MDB, realizado nesta sexta-feira (13) no Centro de Convenções de Maceió.
O encontro reuniu lideranças políticas de todas as regiões de Alagoas e contou com nomes de destaque no cenário nacional, como , o ex-ministro Aldo Rebelo. O senador Renan Calheiros, pai de Renan Filho, liderou o encontro, que também contou com a presença do governador Paulo Dantas.
Apesar das presenças de peso, chamou atenção o número reduzido de deputados estaduais e federais e, principalmente, a ausência de Renan Filho, apontado como principal nome do partido para a disputa do Governo de Alagoas em 2026. Segundo informações de bastidores, havia expectativa de que o encontro servisse como marco para o lançamento interno de sua pré-candidatura.
Até o momento, o motivo oficial da ausência não foi informado. Em suas redes sociais, o ministro divulgou apenas sua agenda de trabalho em Brasília referente ao dia anterior, sem menções a compromissos no estado.
Nos bastidores, a ausência virou o principal assunto entre os presentes e reforçou especulações sobre os movimentos do MDB mirando as eleições estaduais de 2026.
O partido, tradicionalmente organizado em torno da família Calheiros, segue articulando estratégias para fortalecer sua base já de olho na renovação de mandatos e alianças futuras.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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