Politicando
Gilberto Gonçalves pode substituir filha na ALE ou até mesmo tentar Câmara em 2026
GG pode ser candidato por ser mais ‘conhecido’ do que a filha
O rompimento com o atual prefeito, Pedro Carlos, pode trazer mais um efeito político colateral ao ex-prefeito Gilberto Gonçalves (PP) em Rio Largo, desta vez em 2026: a dificuldade para reeleger sua filha, atual deputada Gabi Gonçalves, como deputada estadual.
Diante do cenário, GG já cogita, em reservado, um plano B - o lançamento do seu próprio nome como candidato à Assembleia. Popular na região, o ex-prefeito e seu entorno avaliam que sua eleição seria mais ‘barata’ do que a da filha.
Isto porque, quando foi eleita em 2022, Gabi tinha o apoio incondicional do pai - e obviamente, toda a força estrutural da prefeitura de Rio Largo, um dos maiores colégios eleitorais do estado. A situação mudou totalmente para as eleições de 2026.
Sem Rio Largo, a família Gonçalves agora teria que ‘correr trecho’ para garantir a reeleição de Gabi, o que para GG, que é bem mais conhecido, seria menos danoso em termos de infraestrutura eleitoral.
No entanto, publicamente, Gabi é tratada como a candidata natural à reeleição. Ainda restam cerca de 10 meses (até a janela eleitoral) para que a família resolva a questão.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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