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Dois dos três vereadores do PP em Maceió vão às urnas em 2026

Thiago Prado e Olívia Tenório se preparam para voltar a disputar mandato

17/07/2025 18h06 - Atualizado em 17/07/2025 18h06
Dois dos três vereadores do PP em Maceió vão às urnas em 2026

Da bancada de três vereadores eleitos por Maceió pelo PP, dois devem voltar a disputar o voto nas urnas em 2026. Thiago Prado e Olívia Tenório têm trabalhado suas pré-candidaturas nos bastidores.

Enquanto o delegado deve concorrer ao cargo de deputado estadual em 2026, Olívia Tenório deve buscar uma vaga na Câmara Federal, já que o seu pai, o deputado Chico Tenório, deve buscar mais uma eleição à ALE.

Prado já articula nos bastidores sua candidatura, viajando pelo interior do estado e ampliando suas bases eleitorais. Na disputa por uma vaga na ALE, deve contar com o apoio do deputado federal Fábio Costa, fazendo uma ‘dobradinha’ em vários municípios.

Já Olívia volta a disputar uma vaga na Câmara, após ter ficado de fora das eleições de 2022 por opção pessoal. Em 2018, ainda pelo PMN, a atual vereadora obteve boa performance, com 20.280 votos - no entanto, sua legenda não conseguiu eleger deputados.

O terceiro vereador do PP, Davi Davino (pai), não deve se candidatar em 2026. A base eleitoral do veterano parlamentar deve servir de negociação para a candidatura de Davi Davino Filho ao senado. Em 2024, o vereador obteve mais de 14 mil votos, sendo o segundo mais votado das eleições.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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