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Arthur Lira visita Palmeira dos Índios e conversa sobre formação de frente de oposição

Deputado federal conversa com diversos setores políticos da cidade

22/07/2025 17h05
Arthur Lira visita Palmeira dos Índios e conversa sobre formação de frente de oposição

De olho em 2026, Arthur Lira anda rondando Palmeira dos Índios, um dos maiores colégios eleitorais de Alagoas - e sua passagem pela cidade, no último final de semana, foi rodeada por importantes personagens locais.

O deputado encontrou-se com o presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Madson Monteiro (PV), além de outras lideranças políticas de oposição à gestão de Júlia Duarte (MDB), como o ex-prefeito de Estrela de Alagoas, Arlindo Garrote.

Candidato ao senado, Lira sabe que a formação de um bloco coeso na cidade pode impulsionar seu nome. Monteiro hoje é líder do G10, grupo independente de vereadores da cidade, que ora pende para o governo, ora para a oposição.

Se bem articulado, junto a ele, podem estar outros nomes importantes como os Garrote, além de Mosabelle Ribeiro e James, velhos correligionários. Articular com sucesso grupos com interesses diversos é uma das especialidades do ex-presidente da Câmara Federal.

Júlio Cézar e Júlia Duarte apostaram alto em 2024: para se manter no poder, romperam acordos e desfizeram parcerias, contando com a alta aprovação do ex-gestor. Deu certo, mas há um preço que será cobrado nas próximas eleições, em 2026, e principalmente em 2028.

Lira, um veterano da política, se aproveita deste vácuo e vai construindo seu nome. Para depois, quem sabe, retribuir aos demais aliados.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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