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Nos EUA, senadores encontram dificuldades em negociar com autoridades americanas

Senador alagoano Fernando Farias (MDB) integra comitiva em solo americano

28/07/2025 17h05 - Atualizado em 28/07/2025 17h05
Nos EUA, senadores encontram dificuldades em negociar com autoridades americanas

A comitiva de senadores brasileiros, composta por oito parlamentares, já está em Washington (EUA) desde o final de semana, mas tem encontrado dificuldades em agendar encontros com autoridades americanas para tratar do tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump.

O grupo, que tem como um dos integrantes o senador alagoano Fernando Farias (MDB), não tem conseguido ser recebido por autoridades do governo e até mesmo do parlamento americano.

Até este domingo, os únicos encontros agendados em território americano são uma reunião com a diplomacia brasileira nos EUA, além de um encontro com produtores americanos, sem a presença de nenhum membro do governo.

Trump reafirmou, via seu secretário de comércio exterior, que as tarifas de 50% válidas para todos os produtos brasileiros passarão a valer a partir da próxima sexta-feira, 1º de agosto. “Vamos cobrar nas alfândegas”, disse Howard Lutnik à emissora Fox News.

Apesar disso, Farias e os demais integrantes da comitiva seguem tentando dialogar com o governo e o parlamento americano. Encontros com senadores daquele país devem ser agendados ainda esta semana.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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