Politicando
Chapão PP-União Brasil pode eleger a maior bancada de federais de AL
Expectativa é de que a federação eleja até seis representantes à Câmara em 2026
Fortalecida agora como uma federação, a união entre o PP e o União Brasil pode produzir em 2026 a maior bancada de deputados federais entre os grupos políticos que disputarão as eleições em Alagoas.
Isto porque as legendas, mesmo separadas em 2022, conseguiram eleger os dois deputados mais votados do estado: Arthur Lira foi o campeão das urnas, com quase 220 mil votos; e Alfredo Gaspar foi o segundo, com mais de 102 mil votos. Ao todo, os partidos elegeram 5 dos 9 federais alagoanos.
Para 2026, os eleitos se movimentam e podem aparecer algumas mudanças. Daniel Barbosa, eleito pelo PP em 2026, pode trocar os progressistas pelo PT - e Arthur Lira, o grande puxador de votos em 22, pode trocar a Câmara pelo Senado, assim como Alfredo Gaspar.
No entanto, mesmo com as mudanças que podem ocorrer, a expectativa é a de que a União Progressista no mínimo mantenha as 5 vagas na Câmara - com boas possibilidades de aumentar esse número para até 6 cadeiras.
Isto porque caso Alfredo Gaspar permaneça como candidato à reeleição, e com Lira lançando um substituto que consiga manter o patamar próximo dos 200 mil votos; e ainda com a manutenção de Daniel Barbosa no PP, que é o mais provável - a soma total da federação pode abrir uma sexta vaga.
E aí, candidatos a esta vaga extra é o que não faltam - mas esse é um assunto para outro texto.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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