Politicando
Sobe para quatro o número de alagoanos que estarão na CPMI do INSS
Estado também terá o relator dos trabalhos, deputado Alfredo Gaspar
Mais três alagoanos foram escalados para compor a CPMI do INSS, que foi oficialmente instalada na manhã desta quarta (20). Na primeira lista enviada pelos partidos na segunda (18), constava o nome apenas do senador Renan Calheiros (MDB).
Com as alterações nas listas dos partidos, assumem vaga Alfredo Gaspar (União), Rafael Brito (MDB) e Fábio Costa (PP). Gaspar, pelos seus conhecimentos técnicos e experiência jurídica, foi indicado pelo presidente Carlos Viana para a relatoria da comissão.
Até a tarde desta quarta, Rafael Brito e Fábio Costa estão como membros suplentes - função que dá a eles direito de fala e de participação em oitivas de convidados, menos direito a voto, salvo em caso de substituição dos titulares.
No entanto, nos bastidores, a informação é que a lista de membros, bem como a titularidade na comissão ainda não está fechada, e ambos ainda podem aparecer como titulares em atualizações da listagem nas próximas horas.
Junto com MG, Alagoas é o estado que mais tem parlamentares na comissão, com quatro membros cada. Para efeito de comparação, São Paulo tem apenas um membro.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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