Politicando
Em Brasília, Davi Davino Filho recebe boa notícia sobre federação com MDB
Ex-deputado esteve na capital federal para aniversário do Republicanos
Após viagem a Brasília, onde participou do aniversário de 20 anos do seu partido, o Republicanos, o ex-deputado Davi Davino Filho retornou com boas notícias sobre a viabilização de sua candidatura ao senado em 2026 pela legenda.
Segundo informações de bastidores, as negociações para a federação do Republicanos com o MDB, que poderia ‘melar’ a candidatura de Davino ao senado, estão praticamente paradas, e a federação pode inclusive não acontecer a tempo de disputar as próximas eleições.
A notícia trouxe uma motivação extra para o ex-deputado, já que a oficialização da federação provavelmente colocaria a sua direção nas mãos de Renan Calheiros, um dos principais interessados que Davino não seja candidato.
Sem a união das duas legendas, Davi tem o caminho livre e a garantia do presidente nacional, Marcos Pereira, e do diretório alagoano, Antônio Albuquerque, que a sigla será sua para a disputa do senado em 2026.
Fontes de Brasília afirmam que um acordo para a união das duas siglas está sendo difícil principalmente por conta das muitas diferenças regionais, que não acontecem somente em Alagoas mas em vários outros estados.
Os principais interessados na união são os diretórios das duas siglas em São Paulo, onde o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) pode se candidatar à presidência da República - neste caso, apoiaria o emedebista e prefeito da capital, Ricardo Nunes, ao governo.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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