Politicando
Regis Cavalcante representa o Cidadania em reunião com PT sobre 2026
Jornalista alagoano é dirigente nacional do partido
Dirigente nacional do Cidadania, o ex-deputado federal Regis Cavalcante esteve em Brasília nesta quarta (27), onde reuniu-se com integrantes de outros sete partidos para conversar sobre a sucessão presidencial de 2026.
O encontro foi realizado pelo novo presidente nacional do PT, Edinho Silva, que pretende reorganizar os partidos de esquerda em torno da reeleição de Lula. Além do PT e do Cidadania, estiveram presentes representantes do PSB, PCdoB, PDT, Psol, PV e Rede.
As siglas procuram uma agenda comum que leve ao apoio a Lula nas eleições - Psol e Rede não estavam na aliança que elegeu o presidente em 2022, e o Cidadania esteve em uma federação com PSDB, encerrada este ano.
Na reunião, discutiu-se ainda a possibilidade de uma federação única com a participação de todas as siglas, o que encontra resistência em algumas lideranças - como a ex-senadora Heloísa Helena, hoje dirigente da Rede, que não aceita apoiar Lula.
No entanto, a tendência é que todas as siglas de esquerda apoiem a reeleição de Lula, mesmo com divergências regionais.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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