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MDB pretende repetir ‘chapão da morte’ para estadual em 2026

Governo Dantas e Marcelo Victor devem manter modelo de partido único para a disputa estadual

03/09/2025 17h05 - Atualizado em 03/09/2025 17h05
MDB pretende repetir ‘chapão da morte’ para estadual em 2026

É lógico que tudo ainda pode mudar, pelo tempo que ainda falta para as decisões sobre 2026 - mas a julgar pela fotografia do momento, a tendência é que o MDB repita o modelo que adotou em 2022, ou seja, todo mundo da base do governo dentro de uma mesma chapa.

A composição, que ficou conhecida como ‘chapão do MDB’ ou ‘chapão da morte’, elegeu a maior bancada da ALE com folga, mas em compensação deixou nomes de peso e com grande votação de fora - como Galba Novaes, Leo Loureiro, Ivan Beltrão e Guilherme Lopes - todos com mais de 23 mil votos.

Nos bastidores, a informação é que Marcelo Victor, articulador da chapa de deputados estaduais, deve manter a estratégia de chapão na eleição para a ALE, e utilizar o PSD para a chapa de deputados federais.

Atualmente, o MDB tem 14 dos 27 deputados estaduais. Tirando uma ou outra mudança de nomes, quase todos devem ser novamente candidatos em 2026. A ‘nota de corte’ (votação mínima para se eleger) em 2022 foi de 32 mil votos.

Com expectativa que a Casa perca três vagas, por conta da atualização da população do estado, a tendência é que essa nota aumente ainda mais, tornando o chapão ainda mais competitivo e apertado para quem quiser mais quatro anos.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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