Politicando
Teca Nelma deve ser a deputada estadual do PCdoB em 2026
Se eleita deputada estadual, vereadora abre vaga para suplente do PCdoB
Um acordo político que vem sendo bem encaminhado nos bastidores pode garantir o apoio do PCdoB à vereadora Teca Nelma (PT), na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa nas eleições de 2026.
Nelma irá para a disputa no chapão da federação Brasil da Esperança, que terá além do PT, o PCdoB e o PV - e que terá, além dela, nomes de peso como o do atual deputado Sílvio Camelo e dos suplentes Léo Loureiro e Davi Maia.
O acordo, que está encaminhado e chegou a ser citado por Teca durante a conferência do PCdoB, realizada no último final de semana, prevê que os comunistas não lancem nenhum candidato à ALE, e depositem seus votos em Nelma.
Em troca, caso eleita, a vereadora de Maceió abriria vaga na Câmara justamente para o suplente do PCdoB, o ex-árbitro e ex-secretário de esporte do estado, Charles Heberth. Dessa forma, o partido voltaria a ter um vereador em Maceió após mais de uma década.
Teca foi eleita em Maceió como a primeira mulher e a oitava vereadora mais votada da capital, com 9.969 votos. Heberth foi o primeiro suplente da chapa da federação, com 3.605 votos.
Com a força na capital, impulsionada pela sua atuação como vereadora, aliada ao apoio da mãe, a ex-deputada Tereza Nelma, atualmente secretária da gestão Paulo Dantas, Teca tem boas chances de despontar entre os mais votados do chapão da federação.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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