Politicando
Indicação de Fernando Farias como vice de Renan Filho beneficiaria Marcelo Victor
Irmã do presidente da ALE é a segunda suplente de Renan Filho no Senado
Uma das estratégias pensadas pelo grupo palaciano, que levaria o senador Fernando Farias (MDB) a ser o candidato a vice de Renan Filho (MDB) na disputa ao governo em 2026 indicado por JHC, além de contemplar Calheiros e Caldas teria também um outro beneficiado - o deputado Marcelo Victor.
Isto porque, em caso de vitória de Renan Filho, que é senador eleito, e de Fernando Farias como vice, que é o seu primeiro suplente no Senado, a vaga na Casa acabaria ficando com a segunda suplente de Renan, Adélia Maria Santos Konishi.
E quem é ela? médica com atuação nos estados de Pernambuco e Alagoas, Adélia é irmã de Marcelo Victor, e foi indicada à suplência de Renan Filho após intensa negociação entre ambos em 2022. À época, Adélia era filiada ao PV.
Nas redes sociais, a médica é absolutamente discreta. Seu perfil no Instagram é fechado, e contém apenas 98 seguidores - dentre eles, o irmão presidente da ALE. Se confirmado este script, ela ganharia quatro anos representando Alagoas no Senado Federal.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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