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Renan Filho pretende entregar VLT de Arapiraca até março de 2026

Ministro quer fazer inauguração da obra ainda como ministro, antes de deixar o cargo para concorrer ao governo de AL

27/10/2025 18h06 - Atualizado em 27/10/2025 18h06
Renan Filho pretende entregar VLT de Arapiraca até março de 2026

O ministro Renan Filho e seu entorno têm o maior cuidado para não frustrar as expectativas da população arapiraquense. Porém, internamente, o ritmo de trabalho dedicado às obras de execução do VLT de Arapiraca são para que ele seja entregue ainda durante a gestão de Renan como ministro.

Ou seja, pelo prazo legal de desincompatibilização, caso seja candidato em 2026, o gestor deve inaugurar a obra até o final de março.

O dia-a-dia dos trabalhos segue ritmo acelerado. Dormentes e trilhos já estão em fase avançada de execução, e os três veículos que serão utilizados no transporte de passageiros já foram encomendados.

De tanto ouvir promessas em vários momentos da história e por vários gestores, boa parte da população encontra-se desconfiada de que o VLT realmente irá funcionar. Por isso, o cuidado de Renan Filho - e ao mesmo tempo, o enfrentamento dos obstáculos para que consiga entregar tudo ainda como ministro.

Os prazos correm, o tempo urge, e vejamos se Renan consegue cumprir o desafio.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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