Politicando
Com cofre organizado, Paulo Dantas entrega concurso público e redução da fome
Governador anunciou hoje certames que juntos destinarão 11 mil vagas
De fato, num estado onde o emprego público ainda faz bastante diferença na economia, a realização do super concurso público anunciada hoje por Paulo Dantas, considerado pela imprensa como o maior da história de Alagoas, é mais um fato a ser comemorado.
Sim, porque não podemos normalizar o fato da existência do servidor contratado, de modo geral quase sempre utilizado politicamente - que será minimizado. Além disso, um certame com fases que priorizam o estudo e a preparação melhoram, inevitavelmente, a qualidade da prestação do serviço público.
Graças ao dever de casa contábil - um cenário de contas públicas razoavelmente equilibradas, trabalho da competente gestora Renata dos Santos - Dantas vai encontrando folga para expandir as ações do seu governo, e colher os resultados.
Há duas semanas, Alagoas foi contemplada com o Prêmio Brasil Sem Fome, por liderar a redução da insegurança alimentar em todo o estado. Troféu que premia diretamente os programas de transferência de renda, implementados por Renan Filho e turbinados por Dantas.
Agora, chegou a vez de premiar a competência e o mérito, trazendo concursados para o serviço público.
Pode soar, aos mais desconfiados, como ações eleitoreiras? Sim, é possível até mesmo que sejam, mas que bom se todas as ações eleitoreiras viessem com redução da fome e moralidade no serviço público.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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