Politicando
Crise entre PP e União Brasil pode forçar Alfredo Gaspar a mudar de partido em 2026
Deputado pode ter que deixar União Brasil se a federação com o PP ruir
A forte crise interna existente dentro da federação UP, composta pelo União Brasil e pelo PP, que pode inclusive resultar no fim da federação antes mesmo de ser homologada pelo TSE, pode atingir em cheio a reeleição do deputado Alfredo Gaspar, caso ele decida buscar mais um mandato de deputado federal.
Após as eleições de 2022, Gaspar é hoje o único nome do União Brasil em Alagoas. No entanto, com a federação com o PP, que tem uma chapa de federais estruturada com quatro deputados de mandato, sua reeleição para a Câmara seria quase uma formalidade.
Porém, se o destino da federação for mesmo o encerramento, o deputado teria duas opções, caso fosse para a reeleição: construir uma chapa forte, que conseguisse votos suficientes para vencer o coeficiente eleitoral; ou se encaixar em algum partido que já tenha um grupo estabelecido.
A segunda opção, segundo os bastidores, parece ser a mais provável - com o PP de Arthur Lira ou o PL de JHC sendo as opções mais viáveis.
Compenetrado nos trabalhos da CPMI do INSS, Gaspar aguarda o momento certo para tomar uma decisão, bem como analisa o cenário da federação que integra o seu partido.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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