Politicando

Politicando

Politicando

Suplentes do PL se animam com chapão da sigla para 2026 que pode efetivá-los como titulares

Chapas de estadual e federal agitam bancada do partido de JHC

10/11/2025 17h05 - Atualizado em 10/11/2025 17h05
Suplentes do PL se animam com chapão da sigla para 2026 que pode efetivá-los como titulares

Preparando dois ‘chapões’ para deputado estadual e federal, o PL deve escalar uma boa quantidade de vereadores de Maceió para a missão de aumentar a bancada da sigla, conforme revelou o 7Segundos na semana passada. Até o momento, quatro edis da capital pretendem ir às urnas em 2026.

A decisão do partido anima os suplentes liberais, que podem assumir o mandato definitivamente com o êxito dos companheiros titulares nas eleições. Além do presidente Chico Filho, Eduardo Canuto, Leonardo Dias e Galba Netto devem ser candidatos.

Dos quatro suplentes imediatos do PL, dois já estão no mandato - casos de Caio Bebeto, que assumiu o lugar de Brivaldo Marques; e Neto Andrade, que assumiu o mandato na vaga de Eduardo Canuto. Na fila, aguardando sua vez, estão ainda Mauro Guedes Jr e o veterano Alan Balbino, terceiro e quarto suplentes.

No cenário mais positivo, dos quatro titulares conseguirem se eleger, os quatro suplentes assumiriam definitivamente os mais de dois anos de mandato restantes.

No entanto, os prognósticos mais realistas apontam para o favoritismo de Leonardo Dias e de Galba Netto para a ALE - o que efetivaria os dois nomes que já estão no mandato, Caio Bebeto e Neto Andrade.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

Arquivos