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Presidente do Consórcio Nordeste, Paulo Dantas segue um plano para 2027

Governador se cacifa academicamente e politicamente para ser ministro de Lula

02/12/2025 18h06 - Atualizado em 02/12/2025 18h06
Presidente do Consórcio Nordeste, Paulo Dantas segue um plano para 2027

Aos mais próximos, o governador Paulo Dantas já deixou transparecer que tem um plano, após deixar o governo do estado no último dia do seu mandato, em 6 de janeiro de 2027 - dependendo das circunstâncias e o mais importante, do resultado das urnas.

Se todos os objetivos eleitorais forem cumpridos com êxito, Dantas se prepara para ocupar a esplanada dos ministérios em 2026 - num lugar que hoje pertence a Alagoas via Renan Filho.

Para estar à altura do desafio, o plano de Paulo é cumprir algumas etapas - é a estratégia, que até agora vem sendo executada à risca. O primeiro passo é preparar-se tecnicamente para a função, o que lhe fez voltar aos estudos e fazer um mestrado em Lisboa.

O segundo passo é ganhar peso político regional - o que começa a se cumprir em 2026, quando assume o comando do Consórcio Nordeste, entidade meio insossa mas que pode dar protagonismo ao governador, em ano eleitoral.

Se alinhadas as órbitas dos planetas - Lula for reeleito, Renan Filho for eleito governador e ele, Dantas, encerrar o mandato em alta política, estão dadas as condições para que Alagoas mantenha espaço no primeiro escalão do novo governo.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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