Politicando
Atlas/Intel: Paulo Dantas é o sexto governador mais bem avaliado do Nordeste
Pesquisa aponta que alagoano está no ‘bolo’ com demais governadores nordestinos
Uma pesquisa nacional, divulgada nesta quarta-feira (17) pelo Instituto Atlas/Intel, mostrou a popularidade de todos os 27 governadores do país - muitos deles, candidatos à reeleição em 2026. O levantamento contou com mais de 200 mil entrevistas em todos os estados.
Em números, o governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), ficou na 20ª posição no ‘ranking’ de popularidade - quando listados apenas os governadores do Nordeste, Dantas é o sexto mais bem avaliado.
O líder nacional neste levantamento é o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). Já reeleito, Caiado é pré-candidato à presidência da República em 2026, e tem 80% de aprovação, contra 15% de reprovação.
Dantas é bem avaliado por 41% dos alagoanos, e reprovado por 48%. Outros 11% não aprovam nem reprovam sua gestão. No nordeste, ele é mais bem avaliado que os governadores de Sergipe, Fábio Mittidieri (39 a 45); Carlos Brandão, do Maranhão (33 a 51) e Raquel Lyra de Pernambuco (33 a 55).
O governador mais bem avaliado da região é Rafael Fonteles, do Piauí, com 69% de aprovação e 22% de reprovação. Ele é seguido por João Azevedo, da Paraíba (59 a 32); Elmano Freitas, do Ceará (55 a 40); Jerônimo Rodrigues, da Bahia (51 a 45) e Fátima Bezerra, do Rio Grande do Norte (51 a 44).
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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