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O dilema de JHC: apoiar o partido de Bolsonaro ou a aposta de seu pai para Presidência da República

Base bolsonarista vê com desconfiança candidatura de Aldo Rebelo e acende alerta

23/12/2025 16h04
O dilema de JHC: apoiar o partido de Bolsonaro ou a aposta de seu pai para Presidência da República

Aliados de JHC, ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, acenderam o alerta para 2026 diante da possibilidade do prefeito de Maceió apoiar a candidatura de Aldo Rebelo ao Palácio do Planalto.

Aldo Rebelo, experiente político alagoano com projeção nacional, aceitou o convite de João Caldas, presidente nacional do Democracia Cristã (DC) e pai de JHC.

Nos bastidores, alguns membros do PL mais bolsonaristas voltam a lembrar da antiga especulação de uma possível saída de JHC do PL. Com um partido sendo montado por seu pai, JHC poderia trocar de legenda sem muitas preocupações.

O principal ponto defendido por bolsonaristas é que JHC apoie Flávio Bolsonaro, escolha de Jair para disputar a Presidência da República contra Lula.

Em recente discurso na Câmara de Maceió, o líder do PL na Casa, Leonardo Dias, afirmou que JHC apoiaria o candidato de Bolsonaro. No entanto, desde então, o prefeito não comentou sobre o cenário para 2026.

Até o momento oportuno, JHC deve decidir se apoiará o grupo do qual faz parte ou se seguirá a orientação familiar.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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