Politicando
Ao pedir impeachment de Toffoli, Gaspar já opina como senador; “Senadores se escondem”
Deputado reclamou da apatia de senadores que não pediram afastamento do ministro
Se movimentando politicamente para ser candidato ao Senado, Alfredo Gaspar se manifestou em um vídeo nesta sexta (13) já ‘opinando’ como membro da casa, cobrando os senadores por um pedido de impeachment do ministro do STF Dias Toffoli pelos atos na investigação da fraude bilionária do Banco Master.
Alfredo teceu duros adjetivos à Casa Alta da República, afirmando que senadores se portam de modo apático, se escondem e que agem com ‘covardia’. “É impressionante a apatia do Senado da República, diante dos graves fatos que vêm ocorrendo no STF. É impressionante como membros do Senado se escondem para não cumprir a sua função de fiscalizar”, disse o deputado.
“O afastamento do ministro Dias Toffoli após relatório da Polícia Federal não pode abafar as irregularidades que foram constatadas. O STF é um poder da república, poder vitalício, tem que prestar contas à nação. E o Senado da República tem que ter competência e responsabilidade para cobrar do STF que se porte à altura dos interesses da nação. Chega de covardia e chega de impunidade”, completou.
A crítica de Gaspar refere-se ao fato de que houve apenas um pedido de impeachment de Toffoli após as revelações de envolvimento do ministro com o banco, entregues pela PF ao presidente do STF, Edson Fachin.
Coincidentemente, apenas o Novo, que pode vir a ser a futura legenda de Alfredo, protocolou um pedido de afastamento de Toffoli do STF. O partido tem apenas um senador na Casa, Eduardo Girão (CE).
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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