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Bruno Toledo pode renunciar ao mandato nos próximos dias

Deputado desgostoso com o mandato deve entregar o cargo após retorno de viagem

25/02/2026 17h05 - Atualizado em 25/02/2026 17h05
Bruno Toledo pode renunciar ao mandato nos próximos dias

Em clima de despedida do parlamento, o deputado Bruno Toledo mal deve esperar o fim da legislatura atual para se despedir da Assembleia Legislativa. Nos bastidores, a informação é que Toledo deve renunciar ao mandato assim que retornar de uma viagem que está fazendo ao exterior.

Interlocutores afirmam que o destino do ainda deputado deve mesmo ser o Tribunal de Contas do Estado, o mesmo local onde o seu pai, o ex-deputado Fernando Toledo exerce atualmente a presidência.

No entanto, de acordo com informações, Fernando também não deve permanecer por muito tempo no TCE, já que também articula sua renúncia ao cargo. É justamente na sua vaga, que é de nomeação da ALE, que deve ser indicado o filho, Bruno.

Uma vez indicado pela Assembleia, Bruno teria que passar por uma sabatina entre os colegas, e depois ser aprovado em processo de votação secreta - o que não deve ser um empecilho, já que o deputado é apoiado na sua iniciativa pelo presidente da ALE, Marcelo Victor.

Com a renúncia de Bruno ao mandato, deve assumir em definitivo o primeiro suplente do MDB na Casa de Tavares Bastos, Galba Novaes.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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