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Em meio a indecisão de adversários, Thaís Canuto cresce como ‘representante de Pilar’

Ex-vereadora vai estabelecendo nome na cidade e crescendo na pré-campanha

26/02/2026 17h05 - Atualizado em 26/02/2026 17h05
Em meio a indecisão de adversários, Thaís Canuto cresce como ‘representante de Pilar’

A indecisão do ex-prefeito Renato Filho em ser ou não candidato à Câmara Federal - bem como qual partido e grupo político vai escolher caso decida ir às urnas - já começa a causar fissuras em sua popularidade e no seu eleitorado em Pilar.

Aproveitando o vácuo deixado pelo ex-prefeito, é a ex-vereadora Thaís Canuto que já começa a ganhar do eleitorado local a fama de ‘representante do Pilar’ na eleição para deputado federal.

Thaís, que é filha do ex-deputado federal Carlos Alberto Canuto, fez o dever de casa: lançou-se candidata desde o final do ano passado e vem ‘correndo trecho’, conversando com a população. Fez bloco de carnaval, aparece na mídia e vem se consolidando como alternativa de representação para o município.

A ex-vereadora deve ser uma das candidatas do PSD para a Câmara, que tem como favorito o deputado federal Luciano Amaral. Internamente, a avaliação dos candidatos e dirigentes da sigla é que um bom desempenho de todos pode levar à reeleição de Amaral e puxar mais um nome - o que anima Thaís.

Enquanto isso, Renato mergulhou desde o fim do ano passado. Chegou a ter seu nome especulado na chapa do MDB, informação que acabou se dissipando no tempo com o silêncio do ex-prefeito.

E a política, definitivamente, não é o ambiente para silenciosos.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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