Politicando
Sindicalista derrotada em eleição interna pode compor com Paulão chapa de federais do PT
Dafne Orion pode ser uma esperança de fazer com que deputado não perca vaga petista na Câmara
Correndo atrás de nomes que possam preencher a chapa e ajudar Paulão a manter o mandato de deputado federal, o PT passou a testar nos últimos dias a sindicalista Dafne Orion como uma das candidatas da sigla a deputada federal.
Dafne é da mesma tendência petista de Paulão, e foi a sua candidata à presidência do PT nas eleições internas da sigla que aconteceram em julho do ano passado. Sindicalista da mesma origem do deputado, ela acabou derrotada pelo atual presidente Ronaldo Medeiros.
Com pouco tempo para medir o potencial eleitoral dos seus nomes, o PT avalia que por ser mulher e progressista, mesmo correndo o risco de ‘rachar’ o eleitorado de Paulão, é possível que Dafne consiga expandir esse número e ajudar de alguma forma o deputado.
A sindicalista já aparece em alguns vídeos abordando temas estaduais, o que é um indício de que se prepara para a batalha eleitoral.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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