Politicando
Federação PP/União Brasil deve repetir maior bancada de federais de AL
Previsões apontam para 5 a 6 eleitos no grupo liderado por Arthur Lira
Alinhando os últimos detalhes, Arthur Lira deve dar ao estado a maior bancada de deputados federais de Alagoas pela segunda eleição consecutiva. Vários dos nomes escalados por ele para a federação PP/União já foram vistos no ato de lançamento de sua candidatura, nesta sexta (20) em Maceió.
De acordo com o burburinho de bastidor, os três deputados de mandato eleitos pelo PP em 2022 ficam onde estão: Daniel Barbosa, Marx Beltrão e Fábio Costa vão para a reeleição.
Além deles, Lira oficializou no ato o nome do seu filho, Alvinho, como ‘herdeiro’ de sua candidatura - e consequentemente, de suas bases eleitorais, o que deve lhe conferir sua primeira grande votação. Nivaldo Albuquerque, pelo União Brasil, é outro nome que entra com força.
O partido também conta com Gunnar Nunes, trazendo a força e tentando unificar o voto evangélico. Como representantes femininas, Lira escalou a ex-deputada Ângela Garrote e fez o convite à ex-prefeita de Lagoa da Canoa, Thainá Veiga, que pode compor o grupo representando o agreste.
Nas previsões mais otimistas, a legenda no mínimo mantém as quatro vagas que tem atualmente na Câmara - mas previsões chegam a apontar até seis eleitos. Um número plausível, entretanto, aponta para possibilidade de cinco eleitos no grupo.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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