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Ida de Sílvio Camelo para o PDT pode levar Lessa a disputar mandato na ALE

Deputado estaria insatisfeito com rumos de sua atual chapa, no PV

31/03/2026 17h05 - Atualizado em 31/03/2026 18h06
Ida de Sílvio Camelo para o PDT pode levar Lessa a disputar mandato na ALE

Embora esteja tentando, na medida das suas limitações, uma candidatura ao Senado Federal, o vice Ronaldo Lessa é um homem atento às oportunidades. E ela pode ter aparecido com um movimento político da federação Brasil da Esperança, formada pelo PT, PV e PCdoB.

Não é novidade que Sílvio Camelo, um dos articuladores do grupo, não anda satisfeito com o rumo da chapa de estaduais das siglas, que caminham juntas. A saída de Davi Maia e a entrada de Marcos Barbosa, só para citar um exemplo, tem feito o deputado verde repensar sua eleição.

E uma das possibilidades, segundo os bastidores, é a mudança de partido e a disputa pela reeleição no PDT - partido de Lessa. Aí que está o ‘pulo do gato’ para o vice-governador, que dependendo de sua performance eleitoral, pode até mesmo amealhar um mandato de deputado estadual, ajudado por Camelo.

A candidatura de Lessa à ALE não é uma ideia nova - há tempos é defendida por uma ala do PDT que pensa em conceder um final de carreira digno ao ex-governador do estado. Não havia, entretanto, as condições práticas para o êxito do projeto, que agora aparecem com a presença de Camelo numa chapa.

Num momento de tantas especulações, é impossível prever se o plano realmente será posto em prática. Mas a proposta está na mesa de Lessa, e na cabeça de Sílvio Camelo.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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