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Ex-reitor da Uncisal pode ser alternativa do PL para o governo de AL

Henrique Costa tem histórico de defesa de pautas conservadoras em atos pelo estado

11/05/2026 17h05 - Atualizado em 11/05/2026 17h05
Ex-reitor da Uncisal pode ser alternativa do PL para o governo de AL

Ainda sem saber se retornará ou não para o palanque de JHC ao governo do estado, o PL trabalha internamente um ‘plano B’ para o caso de precisar lançar chapa completa com candidato ao governo nas eleições de outubro.

O nome do partido para a majoritária é o do ex-reitor da Uncisal, Henrique Oliveira Costa. O educador filiou-se ao PL na janela partidária, e já se mostrou à disposição para contribuir com a sigla durante a campanha eleitoral.

Henrique é historicamente ligado às pautas da direita conservadora. Fotos antigas resgatadas na internet mostram o ex-reitor durante atos de apoio a um projeto denominado Escola Sem Partido, e também em atos promovidos pelo Movimento Brasil, grupo de direita que atuou em defesa de temas conservadores.

Internamente, o presidente da sigla, deputado Alfredo Gaspar, deu demonstrações de que pode contar com Henrique para a disputa eleitoral. Aliados dizem que Gaspar considera o professor um nome ‘de confiança’ para representar a família Bolsonaro eleitoralmente.

O nome de Henrique reforça o protagonismo do PL e de Alfredo dentro do grupo político do deputado Arthur Lira, e faz com que perca força nomes que venham de fora do chamado ‘bolsonarismo raiz’ como o da ex-deputada Jó Pereira.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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