Celebridades

Lore Improta suspende viagens e se prepara para o parto: 'Tem que ser baiano'

Na reta final da gestação do segundo filho com Léo Santana, dançarina revela seu desejo para o parto de Levi e segredo da disposição

Por Revista Quem? 08/05/2026 10h10
Lore Improta suspende viagens e se prepara para o parto: 'Tem que ser baiano'
Leo Santana e Lore dizem estar realizando um sonho - Foto: Reprodução | Instagram

Levi, segundo filho de Lore Improta e Léo Santana, nascerá no mês de maio. A dançarina conta à Quem os detalhes do parto tão aguardado do irmão de Liz, de quatro anos, e ainda conta o segredo de se manter ativa em toda a gestação -- incluindo sambar pela Viradouro na Sapucaí no sexto mês da gravidez.


A conversa da dançarina com a reportagem acontece em São Paulo, durante a última viagem profissional de Lore permitida pelos médicos. Depois do papo, ela voltou para Salvador para os últimos preparativos para a chegada do 'meninão', como foi apelidado pelos papais corujas.

Questionada se o bebê nasceria na capital do estado, garante: "É, meu amor, tem que ser baiano, está achando o quê? Nordestino! Não existe essa possibilidade (de não ser)". Ela tentará o parto normal, assim como foi com a primogênita. "Vou tentar, mas, qualquer via que seja saudável tanto pra mim quanto pra criança, é essa que tem que ser".

"Não tenho algo muito definido, tipo: 'Tem que ser desse jeito até o final'", diz. "É muito pelos médicos. O que achar melhor pra ser feito, vai ser. E parto normal a gente fica só na expectativa, então não tem, de fato, uma data definida, é o tempo dele, no momento que ele quiser vir", se anima.,

Pique 'infinito'
Para Lore, o segredo para tanta energia e compromissos de trabalho ostentando o barrigão é 'fazer o que se ama'. "Eu valorizo muito as oportunidades que eu tenho de trabalho e eu normalmente não deixo de alcançá-las. Lutei muito pra estar onde eu estou. Se é seguro e confortável pra mim e para o neném, eu estou fazendo", pontua.

Há oito anos, é musa da Viradouro -- campeã do Carnaval 2026 -- e quis que o bebê estivesse presente na Avenida durante a homenagem ao Mestre Ciça. "Estava muito segura, meus médicos estavam comigo e me liberaram. Estou sempre perguntando a opinião deles, se está tudo bem", aponta.

Como ela mesma já disse à Quem, a gravidez de Levi tem sido mais prática que a de Liz. Lore conta que a disposição também mudou, já que na primeira experiência com a maternidade vivia enjoada e sem energia. "Não tinha vontade de fazer nada, e nessa está sendo completamente diferente", reflete.

"Vejo muitos comentários de muitas mães: 'meu Deus, ela está dançando com nove meses e eu não consigo levantar da cama'. E eu tenho vontade de abraçar essa mãe e falar: 'Está tudo bem, porque na minha primeira gestação, eu também não tinha esse pique. Eu tive duas gestações completamente diferentes, e se eles estivessem me pedindo pra ficar na cama, eu estaria na cama também", avalia.

"Acho que a gente precisa respeitar, cada mulher precisa respeitar o seu tempo, a sua gestação, que tudo volta pro lugar, tudo passa", garante. A loira se lembrou de uma tatuagem que fez após dar à luz e enfrentar o baby blues, uma melancolia pós-parto. "Ouvia muito de outras mães e médicas falando: 'tudo passa', e tatuei pra ficar lendo pra entender que vai passar e realmente passou".