Decolar e Azul Linhas Aéreas são condenadas por negar reembolso integral de voo cancelado
Dano moral fixado pelo 8º Juizado foi de R$ 4 mil; empresas também terão que restituir a quantia de R$ 5.958,33
A Decolar e a Azul Linhas Aéreas foram condenadas a indenizar clientes após negarem o reembolso integral de um voo cancelado. A decisão, proferida na quarta-feira (4), é do juiz Ricardo Jorge Cavalcante, do 8º Juizado Especial Cível da Capital.
As empresas deverão pagar R$ 4 mil de indenização por danos morais, além de devolver a quantia de R$ 5.958,33. Segundo os autos, os consumidores adquiriram passagens aéreas no valor total de R$ 6.003,32. Após o cancelamento do voo contratado, receberam apenas um estorno parcial de R$ 44,99, permanecendo pendente o valor de R$ 5.958,33.
Na sentença, o magistrado destacou que as empresas não comprovaram a regularidade da conduta adotada, nem apresentaram o fator que impediria os autores de receber o estorno integral.
O juiz Ricardo Cavalcante destacou a falha na prestação do serviço. "A conduta das rés ultrapassa o mero dissabor cotidiano. A retenção indevida de quantia expressiva por período prolongado, associada à frustração da legítima expectativa de realização da viagem contratada, configura violação aos direitos da personalidade, ensejando reparação extrapatrimonial", afirmou o magistrado.
Últimas notícias
Homem é assassinado após festa de aniversário da neta em Lagoa da Canoa
Galba Novaes aposta na experiência para conquistar vaga em Brasília
Alexandre Ayres reafirma compromisso com União dos Palmares durante visita
Discussão de casal em via pública termina em prisão em Santa Luzia do Norte
Da picanha ao ovo: fala de Lula sobre alimentos gera críticas
Homem é preso após agredir companheira em via pública no Santos Dumont
Vídeos e noticias mais lidas
Jovem de 24 anos é baleado na mão e suspeitos fogem em São Sebastião
Ajustes no texto adiam votação da MP que acaba com a chamada taxa das blusinhas
ASA vence Goiatuba nos pênaltis e garante acesso á Série C
Prefeitura inscreve para a segunda Consulta Pública do Plano de Mobilidade Urbana
