Tio de um dos policiais assassinados em Delmiro Gouveia afirma que sobrinho foi executado
Tio da vítima é delegado em Aracaju-SE e foi responsável pelo reconhecimento do corpo
Identificado apenas como Luciano, e delegado atuante no estado de Sergipe, o tio de Yago, uma das vítimas, foi o responsável pela identificação do corpo no Instituto Médico Legal (IML). Ele afirma que o único tiro em seu sobrinho foi fatal. O crime aconteceu em Delmiro Gouveia, envolvendo a morte de dois policiais civis e um suspeito, que afirma ter estado em surto e sob efeito de álcool.
Para ele, atirar na têmpora da vítima, significa que o crime havia sido planejado, pois as chances de sobrevivências são mínimas: 'O tiro foi encostado, se foi um surto, porquê não deu um tiro na cabeça dele?'
Luciano, após se deparar com a situação dos corpos no IML, apresenta a sua interpretação do crime: de que Giliarde primeiro matou Denivaldo Moraes, de 47 anos, e, para que não houvesse testemunhas, atirou na têmpora de Yago. Um tiro para execução e sem chances de socorro.
Apesar das declarações, a perícia ainda está nos processos iniciais de investigação do crime.
Ainda na entrevista, Luciano afirma que Gildarte já foi suspeito de executar um amigo, um preso na viatura da Polícia Civil e um cachorro e questiona: “como ele ainda estava na ativa?”.
*Estagiário sob supervisão
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