Economia

Cesta básica fica 1,43% mais cara em Maceió no mês de agosto

Capital alagoana foi uma das duas cidades onde o preço médio dos alimentos aumentou no mês, segundo Dieese e Conab

Por 7Segundos, com Agência Brasil 10/09/2026 16h04 - Atualizado em 10/09/2026 16h04
Cesta básica fica 1,43% mais cara em Maceió no mês de agosto
Cesta básica ficou 1,43% mais cara em Maceió durante o mês de agosto - Foto: EBC/Arquivo

O preço da cesta básica aumentou 1,43% em Maceió no mês de agosto, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A capital alagoana foi uma das duas cidades, entre as 27 capitais analisadas, onde houve aumento no custo da cesta básica durante o mês. A outra foi São Luís, no Maranhão, que registrou alta de 0,78%.

Em Maceió, o custo médio da cesta ficou em R$ 627,45, o terceiro menor valor entre as capitais pesquisadas. O preço ficou acima apenas dos registrados em Aracaju, com R$ 570,98, e Natal, com R$ 627,42. Salvador apresentou custo médio de R$ 628,89.

Na comparação com agosto do ano passado, no entanto, o levantamento aponta que o custo da cesta básica aumentou em 25 das 27 capitais pesquisadas. As únicas quedas ocorreram em Brasília, com -0,64%, e Palmas, com -0,27%.

Entre os produtos que apresentaram redução de preço em agosto, a pesquisa destaca a batata, que registrou queda em todas as cidades do Centro-Sul. O café em pó também ficou mais barato em 23 capitais. Tomate e feijão foram outros itens que tiveram redução de preços.

Por outro lado, pão francês, óleo de soja, leite integral e arroz agulhinha apresentaram aumento na maior parte das capitais analisadas.

Salário mínimo


Com base no custo da cesta básica mais cara do país, registrada em São Paulo, o Dieese estimou que o salário mínimo necessário para atender às despesas básicas de uma família deveria ser de R$ 7.565,86. O valor é 4,67 vezes superior ao salário mínimo atual, de R$ 1.621.

A estimativa considera a determinação constitucional de que o salário mínimo deve ser suficiente para cobrir despesas como alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.