Polícia

[Vídeo] Delegado aponta possível atuação de grupo criminoso na morte de 'Leozinho'

Dois suspeitos foram presos nesta quarta-feira (14); polícia investiga participação de outras pessoas no homicídio ocorrido na Barra de São Miguel

Por Gabrielly Farias com Danielle Ferro 14/10/2026 14h02 - Atualizado em 14/10/2026 14h02
[Vídeo] Delegado aponta possível atuação de grupo criminoso na morte de 'Leozinho'
Delegado Luís Filipe detalhou as linhas de investigação sobre o homicídio de Leozinho, na Barra de São Miguel - Foto: Gerson Blá Blá/7Segundos

O homicídio de Leandro Tavares da Silva dos Santos, conhecido como 'Leozinho', pode ter sido motivado por uma tentativa de demonstração de poder de um grupo criminoso. A informação foi apresentada pelo delegado Luís Filipe, responsável pela investigação do assassinato ocorrido em agosto, na Barra de São Miguel, no Litoral Sul de Alagoas.

Em entrevista ao 7Segundos, o delegado explicou que informações preliminares levantadas pela equipe que esteve no local do crime apontaram uma possível relação com um suposto crime sexual atribuído à vítima. No entanto, ele ressaltou que não existe registro formal dessa ocorrência e que essa hipótese não está confirmada.

Segundo Luís Filipe, a investigação considera a possibilidade de que os responsáveis tenham tentado justificar o assassinato como uma forma de fazer justiça com as próprias mãos, transmitindo uma falsa sensação de segurança à comunidade. Para o delegado, porém, o crime pode estar mais relacionado à demonstração de poder do grupo criminoso.

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) prendeu dois suspeitos na manhã desta quarta-feira (14), em Marechal Deodoro, durante uma operação para cumprir mandados de prisão preventiva, busca e apreensão.


De acordo com o delegado, o envolvimento dos investigados foi apontado a partir do vínculo deles com o veículo utilizado no homicídio. As imagens de monitoramento recolhidas na região e um vídeo da execução que circulou nas redes sociais também contribuíram para o avanço das investigações.

A polícia apura ainda a participação de outras pessoas. Conforme Luís Filipe, os interrogatórios dos presos devem ajudar a confrontar as informações já reunidas e confirmar a identidade de outros possíveis envolvidos.