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Bruno Teixeira se une ao vice de Leopoldina para disputar contra Jorjão Amorim em Maribondo

O grupo apoiado por Dantas marcou a convenção partidária para o próximo dia 27

16/07/2024 12h12
Bruno Teixeira se une ao vice de Leopoldina para disputar contra Jorjão Amorim em Maribondo

O pré-candidato a prefeito de Maribondo, Bruno Teixeira, tem a missão de honrar o governo do estado que foi traído pela atual gestora, Leopoldina Amorim. A prefeita, que fazia parte do grupo palaciano, filiou seu sucessor ao partido de Lira. Teixeira se une agora ao vice-prefeito Ubiratan Nunes para manter o grupo Calheirista à frente da cidade.

A coalizão formada entre MDB, PSB e PDT marcou a convenção partidária que vai oficializar Bruno Teixeira e Ubiratan Nunes como os nomes da chapa majoritária do grupo. O evento irá acontecer no próximo dia 27.

Bruno é irmão do atual secretário estadual de Ressocialização, Diogo Teixeira. O pré-candidato ganhou o apoio do governo Paulo Dantas após Leopoldina aparecer de surpresa no evento de filiação do PP de Lira com seu sobrinho e sucessor, Jorjão Amorim.

O vice escolhido pelo grupo palaciano em Maribondo é o atual vice de Leopoldina, Ubiratan Nunes. Além de contribuir com a atual gestão, Nunes já foi vereador na cidade do agreste alagoano.

Além do apoio de Dantas e Calheiros, Bruno Teixeira ganhou o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Victor. Quem também esteve na reunião foi o deputado federal de Victor, Luciano Amaral.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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