Diário do Sertão
Prefeitura e Câmara preferem não responder a população sobre doação de terreno em Água Branca
O silêncio da prefeita Nayara Emmanuela (PP), de Água Branca, no Sertão alagoano, em relação a investigação do Ministério Público Estadual sobre a doação de um terreno a Câmara Municipal, a fim de construir sua sede, tem sido tema de conversas por parte da população do pequeno e pobre município.
O silêncio também é compartilhado pelo presidente do poder Legislativo local, o vereador José Carlos Vieira, também conhecido como Carlos Professor.
O imbróglio é motivado porque o MPE descobriu que o terreno foi doado pelo município ao legislativo há cerca de 20 anos e neste mesmo tempo os “fiscais do povo”, gastam mensalmente com o aluguel da Casa, que tem passado por uma nunca concluída reforma.
A doação do Executivo ao Legislativo de Água Branca ocorreu por meio da Lei Municipal nº 512/2006, que destinou uma área de 25 metros por 25 metros, localizada no Loteamento Enoque Gomes/Tatajuba. Porém, não existe nenhum registro de que a obra tenha começado.
Outro ponto sob investigação do MPE é uma suposta reforma do plenário da Câmara, com Dispensa de Licitação nº 02/2024, onde foram identificadas movimentações financeiras que podem indicar inconsistências entre empenhos, liquidações e pagamentos.
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