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Craíbas tem até o dia 15 deste mês para fechar lixão do município

02/02/2017 20h08
Craíbas tem até o dia 15 deste mês para fechar lixão do município

A Prefeitura de Craíbas tem até o dia 15 deste mês para efetuar o fechamento em definitivo do lixão do município. Os detalhes da medida foram discutidos na manhã desta quinta-feira (2), em reunião entre o presidente do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA-AL), Gustavo Lopes, e representantes da Prefeitura, na sede do Instituto.


Gustavo Lopes parabenizou a Prefeitura pelo pioneirismo no Agreste. Craíbas foi o primeiro município da região a fazer a destinação correta dos resíduos na Central de Tratamento de Resíduos (CTR) do Agreste, que está operando desde dezembro de 2016.

No dia do fechamento do antigo lixão, que acontece dia 15 de fevereiro, a Prefeitura deve assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e interditar o acesso ao local. Além de Craíbas, a Prefeitura de Rio Largo também marcou data para encerramento das atividades do vazadouro público. O ato deve acontecer no próximo dia 10.

Os lixões dos municípios de Arapiraca, São Sebastião, Igaci, Feira Grande, Taquarana, Coité do Nóia, Ouro Branco e Palmeira dos Índios foram interditados pelo IMA.

Além de Craíbas e Rio Largo, as prefeituras de Marechal Deodoro, Lagoa da Canoa, Atalaia, Santa Luzia do Norte, Carneiros, Batalha, Monteirópolis, Olivença, São José da Tapera, Senador Rui Palmeira, Olho D’água das Flores, Pilar, Limoeiro do Anadia e Santana do Ipanema fecharam antes da interdição e também passaram a enviar os resíduos produzidos para aterros licenciados.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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