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Renan reúne bancada do PMDB e defende agenda de reformas

08/02/2017 10h10
Renan reúne bancada do PMDB e defende agenda de reformas

abrir a primeira reunião de bancada do PMDB no Senado Federal, o novo líder do partido, Renan Calheiros, defendeu que a legenda assuma o máximo de protagonismo legislativo, propondo uma agenda de micro-reformas no sentido de agilizar a economia interna do país.

“As agendas de macro-reformas (previdência, trabalhista) já têm seu calendário e andarão no Congresso", disse Renan. "Penso que a maior bancada do Senado pode assumir esse protagonismo e relacionar alguns projetos relevantes para a economia do Brasil no âmbito das micro-reformas”.

O líder do PMDB no Senado citou como exemplo uma lei abrangente sobre a desburocratização para o Brasil. Ele relembrou que durante sua presidência no Senado foi criada uma comissão de notáveis encarregada de elaborar um anteprojeto sobre o tema. A comissão foi presidida pelo ministro Mauro Campbell, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

“Agora se inicia a fase legislativa. Seria recomendável que o PMDB apresentasse uma proposta global com essa perspectiva, e ajudar o País a recobrar os caminhos do crescimento econômico”, pontuou.

A primeira reunião da bancada do PMDB sob a liderança do Senador Renan Calheiros aconteceu nesta terça-feira (7), no gabinete da liderança do PMDB, com a participação de 15 dos 22 senadores do partido. Renan anunciou na ocasião que fará encontros semanais e trará ministros para debater com a bancada.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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