Politicando
Sem agência de publicidade, Rogério tem reeleição ameaçada
Em Arapiraca o dilema continua. Um ano que a tal agência de publicidade não sai do papel.
Todo mês o prefeito Rogério Teófilo diz que o edital para escolher a agência que vai tomar conta da publicidade de Arapiraca vai sair, Mas isso fica apenas no falatório.
Na pasta da licitação a informação é de que ela não é prioridade e depois apenas que o prefeito recebeu algumas cobranças vindo da imprensa e vindo principalmente do seu secretário de comunicação, Guilherme Lamenha foi que ele pediu prioridade, mas até agora nada.
Os comentários que circulam na imprensa arapiraquense é de que se Rogério passar mais um ano afastado dos holofotes da mídia, sem a ajuda da própria imprensa, ele vai se queimar dando brecha para o retorno de Luciano Barbosa que pensa em voltar para prefeitura de Arapiraca.
Todos lembram que no mandato da ex-prefeita Célia Rocha, nos dois primeiros anos ela não deu valor a imprensa, mesma coisa que Rogério está fazendo. Depois ela voltou a fazer parceria com a imprensa, mas não deu mais tempo. Estava queimada na mídia e com a população. Onde chegou a ficar com uma rejeição muito grande.
Sem a agência, Rogerio não tem ascensão política e isso alem de complicar sua reeleição, pode afetar também nos planos do filho Moacir Teófilo, que pensa em ser deputado estadual.
Há comentários dos bastidores da prefeitura que o próprio Guilherme Lamenha, ótimo profissional e uma pessoa bem vista, um cara cobiçado por várias agências para as campanhas de agora de 2018 já deu o ultimado que se até o final do mês não sair esse edital ele vai pedir para sair.
Sem agência a imprensa não recebe . Se não recebe , não paga as contas. Fica esperto, Rogério.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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