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Aliados estão decepcionados com Rogério Teófilo

07/03/2018 16h04
Aliados estão decepcionados com Rogério Teófilo

A história da ingratidão envolvendo o prefeito de Arapiraca, Rogério Teófilo, deu o que falar na região. Tanto que a fama de ingrato do gestor chegou até pessoas que trabalharam para o tucano, especificamente em sua campanha vitoriosa de 2016. 

Muitos foram as redes sociais mostrar a indignação com o prefeito. A exemplo do advogado e hoje Procurador de Palmeira dos Índios, Marcondes Oliveira, que deu o sangue para apoiar o prefeito e viu Teófilo virar as costas para ele. 

O radialista e locutor oficial das campanhas do ex-governador Teotônio Vilela Filho, Carlos Rudney também está decepcionado com Teófilo. Pois Rudney ajudou o prefeito nas suas duas últimas campanhas e depois disso virou as costas para ele, que esperava ser agraciado com algum cargo na prefeitura. Já que havia trabalhado forte para fazer de Teófilo o vencedor nas eleições de 2016. 

Outro que está chateado com Teófilo é o deputado Pedro Vilela, tucano como o gestor de Arapiraca. Sua chateação é pelo fato de que não terá o apoio do prefeito que preferiu demonstrar apoio a outro deputado federal, o Arthur Lira. 

Vale lembrar que na eleição contra a Célia, o marqueteiro do Rogério fez um jingle chamando a ex-prefeita de ingrata e hoje o jingle parece ter virado de lado. Já que Teófilo vem sendo chamado de ingrato pelos aliados.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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