Blog do Tinho
JHC é o único deputado de Alagoas a votar contra ao imoral Aumento do Fundo Partidário
Projeto ainda prevê “afrouxamento” de punições e uso dos recursos pelos partidos.
Em um momento em que se anunciam cortes em áreas prioritárias e fundamentas, como Educação, a Câmara Federal aprovou, na noite desta terça-feira 3, projeto de lei que abre brecha para aumentar o valor do fundo eleitoral a ser usado no financiamento das campanhas.
Dos nove Deputados Federais de Alagoas, apenas o Deputado Federal JHC (PSB/AL), votou contrário à manobra que possibilidade o Aumento do Fundo Eleitoral.
O projeto deixa indefinido o valor das emendas que irá compor o fundo – determinado pela Lei Orçamentária Anual (LOA) –, abrindo brecha para que seja mais do que os atuais 30%, deixando a cargo do relator do projeto de lei da LOA estabelecer o valor.
O documento também estabelece que, se um partido abrir mão do dinheiro do fundo eleitoral, esse montante será redistribuído entre as demais legendas. O Projeto flexibiliza e permite, ainda, que os partidos/candidatos usem o dinheiro para patrocinar postagens nas redes sociais.
O projeto ainda afrouxa regras para as legendas e punições eleitorais e prevê alterações que podem trazer novos custos indiretos à União, como a volta do programa partidário no rádio e na TV, extinto em 2017 para criação do fundo eleitoral.
Foram 263 votos a favor e 144 contra, e mesmo com os constantes cortes anunciados pelo governo federal, os recursos para campanhas eleitorais devem aumentar, para além dos R$ 2,5 bilhões, a ser corrigidos, anunciados pelo Ministério da Economia.
Sobre o blog
Wellington Silva - Tinho. Professor, Jornalista MTB 1874, Assessor de Imprensa.
Arquivos
Últimas notícias
Filha é presa após ameaçar mãe para conseguir dinheiro para drogas em Arapiraca
Jovem morre após ser atingido por corda enquanto pilotava moto em Chã Preta
Seis crianças são vistas em objeto distante da areia na Praia do Sobral, em Maceió
Presidente Lula deve se reunir com setor produtivo após viagem para a COP
STF pode reduzir prisão de Bolsonaro a dois anos e quatro meses
