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Sessões na Câmara de Palmeira serão de portas fechadas; “medo do coronavírus ou do povo?”

Presidente da Casa de Leis justifica medida como prevenção ao coronavírus.

17/03/2020 16h04
Sessões na Câmara de Palmeira serão de portas fechadas; “medo do coronavírus ou do povo?”

A partir da próxima quarta-feira (18), as sessões plenárias da Câmara Municipal de Palmeira dos Índios serão de portas fechadas. A informação foi confirmada na segunda-feira (16) pelo presidente da Casa, vereador Agenor Leôncio (PSB).

De acordo com o presidente da Mesa Diretora, a medida é preventiva. “Tudo isso para combater este vírus terrível. A partir da próxima quarta-feira (18) só será permitida a entrada de vereadores e servidores estritamente necessários para a realização dos trabalhos”, revelou, garantindo que os trabalhos poderão ser acompanhados pelo facebook da Casa de Leis.

Por outro lado, nos grupos que discutem a política do município os questionamentos são outros. “Será que os vereadores estão com medo do coronavírus ou do povo?”

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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