Blog do André Avlis
Jorge Jesus: Ídolo, prepotente e antiético
Em entrevista para o jornalista Renato Maurício Prado, Jorge Jesus disse que quer voltar para o Flamengo
Um soco no estômago da ética.
Em entrevista para o jornalista Renato Maurício, "JJ" disse que quer voltar para o Flamengo.
"Quero voltar, sim. Mas não depende só de mim. Posso esperar até o dia 20. Depois disso, tenho que resolver minha vida", disse o técnico em uma de suas falas.
Em outro momento da 'conversa', o português afirma que o clube ainda mexe com ele, que se incomoda com o time passado por dificuldades e que se tivesse continuado teria conseguido uma longa hegemonia.
Tão contraditório quanto prepotente.
Talvez "JJ" tenha esquecido que em julho de 2020 ele deixou o clube rubro-negro rumo ao Benfica quando ainda tinha contrato até o meio do ano de 2021.
Ou seja, o treinador foi embora por livre e espontânea vontade. Deixando o clube na mão e saindo de forma não tão legal.
A postura ridícula e presunçosa do profissional (que não agiu como tal) expôs a falta de respeito com o outro profissional que está no cargo do clube.
Jorge Jesus agiu como se estivesse acima de qualquer coisa - talvez até que o próprio clube. Ou como se o flamenguista tivesse uma dívida com ele e tivesse que implorar por sua volta.
Se colocar nesse lugar é tão condenável quanto suas falas arrogantes e seu modo de agir - como se fosse o Santo Graal do futebol.
O suco da arrogância com sabor de desrespeito sendo empurrado de goela abaixo.
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